Walmart inaugura unidade de supermercado inteligente

  • em 26 de abril de 2019
Foto: Divulgação

Um Laboratório de Varejo Inteligente (LVI): assim é  classificada a nova loja do Walmart em Levittown, no estado de Nova Iorque. Utilizando-se de tecnologias emergentes como câmeras ativadas por inteligência artificial e displays interativos, o empreendimento permite testar o uso dessas ferramentas em uma situação real.

As câmeras são usadas para monitorar o estoque. Os aparelhos apontam, por exemplo, “se os funcionários precisam trazer mais carne dos refrigeradores para as prateleiras, ou se alguns dos itens perecíveis ficaram tempo demais nas estantes e precisam ser descartados”, conforme explica a colunista da Techcrunch, Sarah Perez.

A ideia é garantir uma melhor experiência de compra para os clientes e facilitar o trabalho dos funcionários. Afinal, aqueles que trabalham no LVI não precisam ficar circulando pelos corredores para verificar se o estoque necessita ser reposto e os compradores ficam livres de pedir a reposição de produtos além de dúvidas como, por exemplo, se estão adquirindo carne fresca.

A tecnologia parece simples, certo? Mas não é. O sistema automatizado deve ser capaz de reconhecer os produtos individualmente e entender qual a quantidade ideal de cada um deles nas prateleiras, de acordo com a demanda de vendas.

As câmeras e outros sensores da loja podem distribuir grandes quantidades de dados. São 1.6 TB por segundo. O que demanda um centro de big data, com servidores de tamanho considerável.

O Walmart garante que mantem os dados armazenados por menos de uma semana. Além disso, disponibiliza estações na loja para que os consumidores possam aprender sobre a tecnologia que está sendo usada. A transparência sobre a tecnologia visa diminuir a estranheza dos clientes aos aparatos empregados por ela, deixando-os inteirados sobre o funcionamento e a utilidade destes.

O Laboratório de Varejo Inteligente é um conceito desenvolvido pelo programa de aceleração de tecnologia do Walmart, Store Nº8.

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