Startups brasileiras buscam oportunidades no Web Summit

  • em 6 de novembro de 2019

Um dos maiores eventos sobre inovação e tecnologia do mundo, o Web Summit, segue firme em Lisboa. Na plateia e nos palcos, empreendedores de todo mundo trocam experiências e debatem as novas fronteiras de conhecimento e produtividade. Entre eles, líderes de startups brasileiras, em busca, por que não, de investidores e novos negócios.

Esse é o caso dos empresários que comandam cinco promissoras startups nascida desse lado do Atlântico. Na lista, figuram a fintech Weel, as plataformas Colab e LinkApi, o e-commerce Sizebay e a Loud Voice. Em reportagem da Época Negócios, os executivos das cinco comentaram sobre as expectativas diante do evento.

A possibilidade de abrir fronteiras para as marcas esteve entre os depoimentos. “Queremos expandir internacionalmente e esse é um bom momento para captação”, diz Nathan Yoles, vice-presidente da Whell. Sua empresa, fundada em 2014, é voltada para a oferta de crédito para pequenas e médias empresas. Com operações no Brasil e em Israel, a startup já recebeu US$ 50 milhões, em investimentos do fundo Monashees e do Banco Votorantim.

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A Colab está conseguindo essa expansão. “Já tivemos boas negociações no país e estamos fechando uma nova”, diz Gustavo Maia, fundador da sratup. “É importante estreitar relacionamentos com a Europa.” A plataforma de Maia permite estreitar a conexão entre as pessoas e o poder público. Por lá, é possível registrar problemas de infraestrutura urbana e cobrar soluções.

Novos negócios

Bons resultados também para a LinkApi, que oferece serviços de gestão de APIs e softwares de negócios. Ela já é internacional. Opera em 13 países, incluindo os Estados Unidos e a Coreia do Sul. Atende clientes gigantes, como a Samsung, a Gympass e o iFood. O Web Summit está servindo para aumentar o networking. “Vamos abrir uma rodada no início do ano que vem e pode ser importante estar em contato com essas pessoas”, diz Thiago Lima, um dos fundadores.

Networtking e investimentos são as buscas de Leonardo Leão e Marcelo Motta. O primeiro é executivo da Lound Voice, cujo foco é criar mecanismos automatizados eficientes para o atendimento ao cliente. “Apenas em um dia aqui, fechamos parceria com uma empresa da Índia, uma da Inglaterra e uma do Brasil.” explicou. “Temos produto, clientes e agora queremos capital para crescer”.

Motta, fundador da Lound da Size Bay, divide o mesmo objetivo. Sua empresa de e-commerce atende clientes como Riachuelo e Nike. “O berço da moda é a Europa. Faz todo sentido do mundo vir para cá. Queremos nos apresentar para diferentes tipos de público no continente”.

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