No ranking de inovação, Brasil fica em 40º lugar

  • em 29 de outubro de 2019

Em uma hipotética corrida pela inovação, o Brasil, mesmo com os seus unicórnios e startups disruptivas, estaria muito longe do pódio. No recente Relatório Mundial da Competitividade, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, o país ficou no 40º lugar nesse quesito, em um ranking de 141 nações.

Alemanha, Estados Unidos e Suíça, nessa ordem, são os mais inovadores. Os alemães foram os primeiros pelo segundo ano consecutivo. Como peso a favor, valeram as milhares de patentes registradas por lá, em uma proporção de 290 para cada um milhão de habitantes. Já os Estados Unidos tiveram a vasta produção científica como destaque. Na Suíça, a nota maior foi para a mão-de-obra, considerada a mais bem preparada do mundo.

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Mesmo em 40º lugar, a chegada no quesito inovação foi uma das melhores alcançadas pelo Brasil no ranking geral do relatório, que inclui outras áreas de competitividade. São 11 pilares: força das instituições, infraestrutura, adoção de tecnologia de comunicação e informação (ICT), estabilidade macroeconômica, saúde, competências, mercado de produtos, mercado de trabalho, sistema financeiro, tamanho do mercado, dinamismo nos negócios e capacidade de inovação.

No geral, Cingapura lidera, embora não figure nem entre os 10 mais inovadores. O Brasil amarga a 71ª colocação. Além do 40º em capacidade de inovação, o país alcançou o 10º lugar em tamanho de mercado e 55º em sistema financeiro, que são desempenhos considerados acima da média mundial. As notas ruins foram para “estabilidade macroeconômica” (115º) e “mercado de produtos” (124º).

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